15 JULHO a 29 AGOSTO > 19h > recepção LxFactory
CAMPU | CONHECER E ANDAR PARA MANIPULAR A PAISAGEM URBANA
  mapa  

1912

Esta semana voltamos ao trabalho de campo, concluíndo assim a a 1ª série de percursos. Escolhemos o bairro de Alcântara, onde tantas vezes circulámos e cujos resguardos nas portas e janelas, que tentam fazer frente às cheias eminentes, chamaram a nossa atenção.

 
1920

Série #2 – Vale de Alcântara

O Vale de Alcântara dos dias de hoje, é um tecido urbano fragmentado por estradas e linhas de caminhos-de-ferro, muitas vezes saturado pela poluição e pelo trânsito, mas onde raramente encontramos pessoas ou sentimos o viver do espaço.

Como podemos ver nas imagens de 1912 e 1920, o vale era atravessado por uma ribeira navegável que após as obras de cobertura de 1945, passou a ser unicamente um “território do carro”, perdendo a sua vertente de circulação fluvial.

Hoje, no momento em que urge repensar a cidade, podemos imaginar como seria de novo o vale, com margens arborizadas, com espaços para as pessoas e sem os problemas de drenagem que causam cheias tão frequentes.

1945
1947 Durante os próximos 4 passeios da 2ª sessão iremos CONHECER E ANDAR nas margens do Vale de Alcântara e tentar perceber de que forma ainda é possível MANIPULAR A PAISAGEM URBANA para devolver os cursos de água à estrutura ecológica da cidade e humanizar espaços degradados.

Imagens da Ribeira de Alcântara (actual Av. de Ceuta)- fonte: Arquivo Fotográfico de Lisboa.

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Quinzenalmente enviaremos informação mais detalhada

Do último passeio encontrámos fragmentos de uma cidade em regeneração, uma piscina que se esqueceram de inaugurar e diferentes formas de habitar a cidade (ver fotos online em www.bound-ap.com/campu):

 
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BOUND . arquitectos paisagistas
R. Rodrigues Faria, 103 | Espaço 2.5 | LxFactory, Alcântara | T. 211 914 782 | www.bound-ap.com/campu | geral@bound-ap.com

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